sábado, 2 de agosto de 2014

Attravesiamo


Um minuto, ou seis anos, não sei bem. Este, provavelmente, foi o tempo em que determinei não mais me importa, não mais lhe ter como prioridade. Deixarei-te, como um troféu na prateleira da vida, minha vida com  sua importante participação e devida honra.
Você foi por muito tempo o ombro a me consolar nos momentos mais delicados, os ouvidos atentos e cheios de ternura, as mãos amigas a afagar um coração dolorido, amedrontado.
Por muito tempo congelei nossa história, silenciei cada ato defensivo seu com o intuito de algum dia voltar a ser o  que sempre fomos, inseparáveis. E  descobri que isso não foi o suficiente.
Um minuto, uma única palavra e a fortaleza ruíra em mim. Cada ponte levantada, cada aliança formada em noites estreladas, tempestivas e sólidas esvaíram.
Hoje sinto sua falta, o melhor da minha mocidade!
Uma certeza persegui - me, ainda que distantes estivemos, de alguma forma, ligados por uma linha que nos lembra cada minuto  nosso.
Talvez o meu silêncio fosse tão cruel quanto o seu desapego ao meu zelo.
Não traí, não enganei, apenas guardei para mim as frustrações, até o dia em que não as contive e, de alguma forma,  uma única palavra, uma descoberta das suas palavras, trouxe à tona tudo o que não poderia mais suportar.
Não, não falhei, apenas me permitir dizer não.
Apossei-me da caneta e folhas, fechei a porta a qual sempre teve livre acesso e, de alguma forma, me permiti cria um novo caminho. Caminho ao qual você não pertence. Mudei o rumo da minha tão, um dia,  previsível história.
Não te perdi, sei que de alguma forma ainda vive em mim, apenas organizei minhas prioridades.
 Você está aonde quer estar, pois se olhar para trás perceberá que lutei por nós muito mais do que possa imaginar.
Sem lutas cotidianas, se dores, nada do que fizer poderá me atingir. Seus posto  foi retirado, o que fomos permanecerá intacto em mim, pois o que a alma ama, jamais será esquecido. 
Seis anos  em uma guerra interna, talvez as mais difíceis para o homem, e um minuto para declarar o seu fim.
Sem ganhadores, sem empate, apenas duas histórias, dois caminhos e uma vida inteira!
Seis anos  em uma guerra interna, talvez as mais difíceis, e um minuto para declarar o seu fim.
Sem ganhadores, sem empate, apenas duas histórias, dois caminhos... Um Autor

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O mundo em mim


I do not know if it's me or what I think of the world
I do not know if people are, or how I see
Over the years much has changed in me , grew up , went out and formed
The vision I have of what is right and wrong , today I know that often , I'm not being exact , but often depends on the condition imposed .
I was very inquisitive silent today wonder aloud
Allow , permit me was one of the toughest chains that broke
I saw the love angle incorrect and more lethal
Was divided between the reason and the heart
For years I have reason to open the door to the feeling I realized that I can not always win
Actually , I realized that in love , unfortunately , there is a battle fought with all worsen existing arm .
I saw the deception , traps , lies, and all that is worst in a be
I fought until I render when it should be strong
Unsuccessful as a fortress once again , let me suffer slowly every nuance proposal
Until it was
Now I see the door , a new battle , a new dilemma
My hope , my failures , one tries not to miss life
For me, for you, for all that today , in pure form , we mean one for the other
If I would listen to all voices that sought to declare the inevitable
Yes , it took , but it was not long
At some point , a look , a word , an annoying prank and you beat me
The new , someone who has all the ability to be all that , probably , I can not have. Not from você.Infelizmente !
Again the door of my strength , I rise as a warrior with all the necessary arm , powerless to defend themselves , to defend it .
Again , between reason and the heart .
Opting for a promise by a commandment , for something sacred that not even know if one day happen .
When I have left is just to understand that ...
                                       
                                          " I'm the woman of your life ,
                                  disguised as your best friend "
                               
                                                                      Smallville

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Mergulho em mim


Nem sei como colocar em palavras o vendaval que passou por mim, quase derrubou todo o meu castelo, minha integridade, valores, meu eu.
Nem sei como descrever tamanho abalo para alguém, como eu, que sempre jugou ser forte, equilibrada e zelosa para com as minhas convicções... Fiel!
Logo eu, que aprendi a amar sem me entregar ao improvável. Tão cuidadosa com tudo, com todos, com o meu coração.
Lembro me de,  ansiosamente, puxar o ar, como se não restasse mais nada em meus pulmões. Talvez um último suspiro de adeus, adeus que não acontecia ao final de tanto esforço. Imaginando, ingenuamente, que ao fim abriria os meus olhos, sondaria meu coração em busca do seu rastro para apenas constatar que não habitava mais em mim. Sonhadora, sim fui! Em todas as lentas e e dolorosas tentativas.
Hoje, um ano ou mais, posso falar, tentar lembra, pois muita coisa se foi, muitas memórias sumiram juntamente com a sua presença em mim.
Os joelhos, outrora, tropeços estão aos poucos sendo fortalecidos, sim, aos poucos, pois você foi nada mais que a consequência de anos de silêncio. Um rompante de rebeldia e "liberdade".
Não o condeno, não o julgo, sei que é bom, apenas não é o melhor para mim!
No fundo sempre soube disso, era/é uma certeza quase que palpável.
É como dizem: "não adianta tentar apagar a fumaça se não atingir o foco do incêndio". Questões resolvidas, coração preenchido com o que o alimentará sem dores, sem lamentos, sem duelos eternos.
Cada vez que observo meu reflexo no espelho reconheço a pessoa que fui, em muitos traços, mas também a que me tornei. Com falhas, esperanças, sonhos e um coração pronto para a próxima etapa, ou desafio, um "amor destes de cinema" cheios de reviravoltas e respeito, cumplicidade mútuos.
Uma nova etapa
Um novo livro
Um coração
A minha alma está pronta, mais intensa e árdua que outrora.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Meu dia

Reviveria este dia um milhão de vezes. Por ter a certeza dos amor e cuidado dos meus.
Amigos extremamente carinhosos, declarações e abraços calorosos.
" Por onde passamos deixamos marcas"
Sei que as minhas são boas, a julgar cada declaração de afeto, telefonema e presença.
Reviveria cada momento destes 29 anos. Nossa, vinte e nove. Muitas noites de risos, consolo e histórias.
Poderia descrever muitos acontecimentos, mas nenhum chegaria perto da emoção emitida por cada um.
Estou com quem devo estar, ano que vem sei que terá um acréscimo, e desde já agradeço por cada um que está, se foi (apesar de não ser do tipo que deixa ninguém, por isso as portas estarão sempre abertas para um conversa e futura re-inclusão, rs) e entrará na minha vida.
Todo o meu amor a vocês

domingo, 9 de março de 2014

Não se apaixone...

"No te enamores de una mujer que lee, de una mujer que siente demasiado, de una mujer que escribe...

No te enamores de una mujer culta, maga, delirante, loca. No te enamores de una mujer que piensa, que sabe lo que sabe y además sabe volar; una mujer segura de sí misma.

No te enamores de una mujer que se ríe o llora haciendo el amor, que sabe convertir en espíritu su carne; y mucho menos de una que ame la poesía (esas son las más peligrosas), o que se quede media hora contemplando una pintura y no sepa vivir sin la música.

No te enamores de una mujer a la que le interese la política y que sea rebelde y sienta un inmenso horror por las injusticias. Una que no le guste para nada ver televisión. Ni de una mujer que es bella sin importar las características de su cara y de su cuerpo.

No te enamores de una mujer intensa, lúdica, lúcida e irreverente. No quieras enamorarte de una mujer así. Porque cuando te enamoras de una mujer como esa, se quede ella contigo o no, te ame ella o no, de ella, de una mujer así, jamás se regresa..."

Martha Rivera Garrido, poeta dominicana.
 Um excelente poema

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Pensando...

Pensar tem sido um exercício sem fim. Há dias em que tudo fica claro, seguro e determinado, em outros a saudade e lembranças voltam a cercar me com tanta intensidade que abala minhas convicções, ou seria apenas um período tolo de puro desejo? Não sei, não sei mais, pois até em meus sonhos não estou segura.
Sua voz, sorriso tem rondado me como um louco inconsequente com todas as armas usadas outrora.
Sei que portas, janelas, brechas foram todas fechadas , lacradas para que não consiga os resultados que obteve, com 2 anos de esforços, ou 3, nem lembro mais!
Pode ser que seja apenas um desvaneio, pois aprendi, ou reaprendi a cuidar de mim,  me amar mais... Muitas coisas se perderam, nem todas o envolvem, apenas se foram, talvez voltem, ou não!
Apenas penso, penso e logo existo
Apenas afirmo, afirmo e determino
Apenas sei que o que se foi não voltará mais e isso é demasiadamente bom para mim!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Tentando entender

A vida passa num piscar de olhos, a cada milésimo, a cada segundo, a cada minuto, a cada hora de nossas vidas envelhecemos aos poucos, ou seja, morremos aos poucos...
Isso faz parte do ciclo da vida... Como também as pessoas que estiveram em minha vida assiduamente no passado e hoje mau as encontro, salvos pelo mundo virtual. 
Em um piscar de olhos a vida muda o seu rumo completamente, em alguns caso dá para manter o controle, em outros não é tão fácil.
A opinião muda, os sonhos tomam uma nova proporção e o que era rotina vira boas lembranças, na verdade, àquele amor que independente do tempo permanece, amigos e parentes. Assim como o rio que corre, fica a minha história correndo, marcada por todos que por ela passaram e passam,ciclos começam e terminam em todo o tempo e com eles as boas lembranças, outras nem tanto, mas permanentes.
Sempre acessíveis quando preciso.
A vida passa num piscar de olhos sempre.

Pensado bem, dá até medo de piscar, pois tudo tem acontecido em uma velocidade absurda. Ontem era 1995 e sonhava com carreira, amizade e primeiro amor, hoje percebo que nem tudo é tão simples como a minha imaginação projetava.
Os "se" me assombram, o amanhã é tão indeterminado que por mais que me esforce nem tudo acontece como o planejado, em um piscar de olhos, uma decisão errada, ou até mesmo certa, e tudo muda. Novas proporções, projeções, novas histórias, sonhos, um verdadeiro ciclo, ou vício de planejamentos.
A vida passa em um piscar de olhos sempre! Não importa o que eu venha a fazer, nunca poderei ter domínio sobre o tempo, sobre as relações, sobre o futuro. De certa forma, minha vida não é realmente minha.
Assim continuo a brigar comigo mesma numa verdadeira busca pelo melhor, seja no falar, no proceder, no pensar e na doação. Parte de mim é pura razão e a outra, bem, a outra tenta achar o seu caminho entre espinhos. Não sei quanto tempo me resta, se é o começo do fim, ou um novo começo, sei apenas que não posso adormecer diante da velocidade dos dias.